Financiamento em tempos de pandemia

O ano de 2020 vem apresentando, em todos os setores, um cenário desafiador. Nas mais variadas vertentes de economia a demanda atual é descobrir e empreender em novas oportunidades.

No mês de julho o Banco Central anunciou que a Taxa Selic está no menor nível desde o início da série histórica do banco, em 1986. Os juros básicos da economia sofreram queda pela oitava vez consecutiva. Em conformidade, o Copom reduziu a taxa Selic para 2,25% ao ano, com corte de 0,75 ponto percentual.

A diminuição de outras taxas de juros da economia brasileira, alinhadas a Selic, é um dos efeitos fundamentais da queda. A Selic é o principal instrumento do BC para manter a inflação oficial sob controle.

A redução da taxa Selic encoraja a economia porque juros menores barateiam o crédito e instigam a produção e o consumo em uma conjuntura de baixa atividade econômica.

A aposta do momento é a busca de novas oportunidades de investimento. Ofertas de linhas de crédito podem ser aproveitadas para baratear os custos com a tarifa de energia e consequente valorização do imóvel.

Junto com a baixa da Selic, também tivemos o anuncio do governo sobre a prorrogação da isenção de IOF para operações de crédito.  Conforme o decreto 10.414, será possível aproveitar o benefício do IOF zero até 02/10/2020, em consequência reduzir custos relacionados à financiamento.

O financiamento de sistemas fotovoltaicos beneficiará amplamente novos investidores que desejam apostar nessa oportunidade.

 

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